A Rede Estadual de Núcleos de Ilês Afro Aids
Convida
Roda de Conversa: Batuque do Sul Promovendo a Vida no Ilê de Mãe Carmen de Oxalá
Espaço virtual destinado a divulgação de ações do departamento de Psicologia da Assobecaty. Ponto de Escuta é nome da parceria entre a Assobecaty e a Escola Estadual de Ensino Médio Dr: Ruy Coelho Gonçalves, ambas no bairro COHAB-SANTA RITA em Guaíba, RS- Brasil.
Roda de Conversa: Batuque do Sul Promovendo a Vida no Ilê de Mãe Carmen de Oxalá
No dia (29) quarta – feira, Assobecaty- Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá, situada no município de Guaíba deu um passo importante, recebeu a visita do Conselho de Assistência Social, que foram averiguar uma série de critérios, que poderam definir a possibilidade repasse de recurso. Na ocasião foi apresentado além da estrutura fisica, também foi demonstrado os trabalhos sociais desenvolvido pela entidade com grupos excluídos, crianças e adolescentes em situação de risco, prevenção HIV AIds,mulheres negras em situação de violência, entre outros. Ao firmar a parceria a entidade poderá receber apoio que garantirão sustentação as iniciativas e tornar o atendimento social eficiente, justo e equilibrado.
Essa é a entrada principal da Assobecaty, uma ampla área coberta que serve de sala de espera.
Na entrada da porta de entrada da setor que abriga o trabalho social, na mesa contém a gravação, Ministério das Comunicações e Programa de Inclusão digital. Nela também, estão exposto os três veiculos de comunicação impressos que são elaborados dentro da entidade que são eles: Revista Rede Cultura na Rua, Revista Conexão Comunitária e o Jornal Conexão Afro. Além dos 43 blogs, e o pedido de uma concessão de rádio Comunitária, todos, fazem da Assobecaty referência de Comunicação no Brasil.
Essa sala é onde esta as caixas e mesas dos equipamentos para a instalação do telecentro, esta sendo aguardado a antena.
Na seguência temos a sala de grupo operativo, trabalho em grupoterapia, roda de conversa e reuniões. As terapias é sempre em grupo, porque não dá tempo de fazer nada individualmente. O acompanhamento social, apenas uma vez por semana.
Esta sala do Projeto Ponto de Escuta Psicológica, nela acontecem
os atendimentos individuais de pacientes, que estão correndo grande risco ou muito deprimidos
A psicologia se mantém presente de forma voluntárias, desde o ano de 2007
Assobecaty, não é diferente das inúmeras entidades que fazem muito, com tão pouco dinheiro, fazem uma ginástica para manter as ações
O grande desafio tem sido o trabalho com a juventude
Esta porta é a linha divisória entre as ações sociais do espaço sagrado da Assobecaty
O terreiro tradicional tem 78 anos de existência e 24 de conotação juridica com trabalho comprovadamente voltado para a comunidade do bairro Jardim Santa Rita- Guaiba. Apesar disso. Assobecaty não recebe um centavo do poder público municipal, estadual ou federal. A necessidade de buscar parceria, apoio ou convênio é a instalação do telecentro, que é uma questão de dias, a idéia é que, após a inauguração, vai resultar no acréscimo de despesas, principalmente com energia elétrica.
Com um recurso tão escasso, o trabalho que depende da boa vontade de doadores eventuais, assim , como o valioso empenho dos voluntáriados, além dos atores culturais, que compõe a Rede Cultura na Rua, fatores que nem sempre podem ter a dedicação necessária para dar conta dos projetos que são desenvolvidos em prol da comunidade do entorno.
DESNECESSÁRIA (repassando, desconheço a autoria)
A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.
"Dê a quem você ama:
- Asas para voar...
- Raízes para voltar...
- Motivos para ficar... " - Dalai Lama
Quando eu era pequeno, só via coisas estranhas na TV:
* O Tarzan corria pelado...
* Cinderela chegava em casa meia noite...
* Aladim era ladrão... e tinha 40 amigos...
* Batman dirigia a 320 km/h ...
* Pinocchio mentia....
* Bela Adormecida dormia o dia inteiro...
* Salsicha (Scooby-Do) tinha voz de maconheiro, via fantasma e conversava com o cachorro...
* Zé Colméia e Catatau eram cleptomaníacos e roubavam cestas de pic-nic...
* Branca de Neve morava no mato, numa boa com 7 homenzinhos...
* Olívia Palito tinha bulimia...
* Popeye fumava um matinho suspeito!!!
* Pac Man corria em uma sala escura com música eletrônica comendo pílulas que o deixavam ligadão...
* Super Homem loucão, colocava cueca por cima da calça...
* A Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão...
Olha os exemplos que eu tive!
Agora pedem pra eu me comportar?
Tarde demais!
Sexta-feira, 17/02/2012
Marcelo Elias/ Gazeta do Povo
PESQUISA
Em apenas cinco anos, entorpecentes lícitos e ilícitos tiraram a vida de cerca de 40 mil pessoas que faziam uso dessas substâncias
Publicado em 05/02/2012 | ANDERSON GONÇALVES
A cada ano, cerca de 8 mil pessoas morrem em decorrência do uso de drogas lícitas e ilícitas no Brasil. Um estudo elaborado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que, entre 2006 e 2010, foram contabilizados 40,6 mil óbitos causados por substâncias psicoativas. O álcool aparece na primeira colocação entre as causas, sendo responsável por 85% dessas mortes. É nesse segmento que o Paraná se destaca negativamente, sendo o estado detentor da quarta maior média de óbitos nesse período.
Para elaborar o estudo, a CNM coletou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, que reúne e consolida os óbitos no território brasileiro conforme os locais da ocorrência e de residência do indivíduo. De acordo com o levantamento, as 40.692 pessoas morreram no Brasil vítimas do uso de substâncias como álcool, fumo e cocaína. E os dados podem estar subestimados, conforme a própria confederação, devido à complexidade de registros no SIM e pelo fato de não serem contabilizadas mortes causadas indiretamente pelo uso de drogas, como acidentes de trânsito e doenças crônicas. No estudo foram contabilizadas mortes em decorrência de envenenamento (intoxicação), transtornos mentais e comportamentais
Drogas ilícitas são minoria dos casos
Quando se fala em drogas, substâncias ilícitas, como cocaína e crack, costumam ser as mais lembradas. Segundo o levantamento da CNM, contudo, elas são responsáveis por uma parcela mínima das mortes causadas diretamente pelo seu consumo. Juntos, o álcool e o fumo, drogas vendidas e consumidas legalmente, representam 96% dos mais de 40 mil óbitos contabilizados nos últimos anos.
Ao todo, 4,6 mil pessoas morreram em consequência direta do cigarro, sendo 242 delas no Paraná. Um número que não é tão preocupante quanto o álcool, visto que o índice de mortes verificado no estado é de 0,020, o qual lhe garante a 11ª colocação. Adultos e idosos (entre 40 e 80 anos de idade) do sexo masculino estão entre as principais vítimas do tabaco no país. “Uma constatação como essa pode contribuir significativamente para uma avaliação quanto ao acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS), no caso de ações de apoio ao tabagista”, diz o estudo da CNM.
Em terceiro lugar nas causas de morte estão outras substâncias psicoativas. Foram 480 óbitos, dos quais 57 no Paraná. Ainda aparece a cocaína, responsável por 354 mortes, sendo 23 no estado. (AG)
Se o número de 40 mil mortes em cinco anos já é considerado preocupante, é preciso lembrar que ele representa apenas uma parcela dos óbitos em consequências do uso de drogas no Brasil. O estudo levou em consideração somente as mortes em que o consumo de substâncias psicoativas foi apontado como causa direta. Ou seja, existe um contingente ainda maior de óbitos não contabilizados que podem entrar nessa relação.
Com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, foram selecionadas as ocorrências a partir do que indicavam os atestados de óbito. Dessa forma, não foram contabilizadas as mortes decorrentes de doenças crônicas ou acidentes de trânsito. “Dos casos de câncer de pulmão, 95% são decorrentes do fumo. Grande parte dos acidentes com morte é causada por motoristas embriagados. O número de mortes relacionadas a drogas é extremamente superior aos dados formais”, observa o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Para o médico Élio Mauer, o álcool se constitui na mais perigosa das drogas porque, além de ser legalizada, pode dar origem a uma série de outros problemas. “Além das mortes por acidentes de trânsito, temos as doenças decorrentes do uso contínuo , como as hepáticas, que podem matar”, diz. A depressão muitas vezes também está associada ao consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas. (AG)
Grande parte das mortes contabilizadas no estudo, 34,5 mil, ocorreram em decorrência do uso de álcool. Somente no Paraná, foram 2.338 vítimas. É o estado com o quarto maior índice em proporção à população, ficando atrás somente de Minas Gerais, Ceará e Sergipe. Dois municípios paranaenses aparecem na r elação das dez maiores médias do país. São José das Palmeiras, na Região Sudoeste, é o sétimo com um índice de 0,304, enquanto Antônio Olinto, no Centro-Sul, vem a seguir, com 0,294.
Consequências
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, os números contidos no estudo são alarmantes. “Estamos mostrando esses dados para estimular a reflexão da sociedade, a fim de que ela tenha uma dimensão do problema e se organize para tentar ao menos amenizá-lo”, afirma. As prefeituras, instituições que a CNM representa, são apontadas por ele como as mais afetadas por esse problema. “O doente crônico de drogas demanda muito de assistência, que cabe ao município prestar. Ou seja, é mais uma bomba que cai no colo das prefeituras”.
Gerente da Unidade Intermediária de Crise e Apoio à Vida e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o médico Élio Mauer acredita que tais números são um reflexo da falta de ações preventivas. “Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas se houvesse a consciência de que o álcool leva a uma série de problemas. E não é preciso morrer para perceber os efeitos nocivos da droga”, diz, citando como exemplo os usuários que habitam as chamadas cracolândias. “Aquelas pessoas não estão mortas, mas será que estão realmente vivas?”, questiona.
Na opinião do psiquiatra Dagoberto Requião, os dependentes químicos encontram-se desassistidos no Brasil, o que leva a um alto número de óbitos pelo uso de drogas. A implantação dos Centros de Atendimento Psicossocial (CAPS), destinados a receber esses pacientes, se mostrou ineficiente, segundo Requião “Quando temos uma estrutura pública sem capacidade para atender minimamente o número de usuários existente, o resultado é essa quantidade assustadora de mortes.”
Redução exige trabalho em conjunto
A redução na quantidade de mortes ligadas ao consumo de drogas passa necessariamente por um trabalho conjunto de diferentes segmentos, que vão desde o poder público até as próprias famílias. Essa é a opinião do presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, que, a partir da divulgação do estudo, pretende cobrar das autoridades atitudes mais sólidas no combate e prevenção ao uso de substâncias psicoativas. “Se não houver uma ação integrada, jamais conseguiremos reduzir esses números”, diz.
Para o dirigente, entre as medidas que deveriam ser adotadas estão maiores investimentos no tratamento de dependentes e ações preventivas nas escolas. “Mas como fazer prevenção se o governo federal, que é o maior arrecadador de impostos, diz que não tem mais dinheiro para aplicar em saúde?”, questiona Ziulkoski.
O psiquiatra Dagoberto Requião classifica o problema das drogas no Brasil como algo “quase insolúvel”. Além de investir no tratamento de dependentes químicos, incrementar as ações de repressão ao tráfico nas fronteiras é para ele a medida fundamental. “A sociedade precisa se conscientizar da gravidade da questão e cobrar providências. Esse é um problema que não pode ser enfrentado de forma segmentada, exige uma conjunção de forças”.
Interatividade
Como fazer com que o brasileiro reconheça o álcool como uma droga que pode levar à morte?
Escreva para leitor@gazetadopovo.com.br
As cartas selecionadas serão publicadas na Coluna do Leitor.
A autoria da musica da Rede Cultura na Rua vai ser uma das surpresas que foi preparada pelo Professor de Capoeira Gringo, ele teve sensibilidade de construir uma cantiga ou ladainha que conta o trabalho que está sendo desenvolvido com muito êxito pela Rede Cultura na Rua , que esta sendo administrado com muita competência pela Assobecaty. Agora, além de todas as ações que temos conquistado, agora temos uma música da Rede. Para quem ainda nao sabe ele, pertence ao Grupo de Capoeira Guarda Negra- Mestre Gato Preto. O Gringo é que compôs a música! Agora na quarta feira dia 8, no lançamento da Revista do bairro o coro estará bem afinado. Então aí vai a mensagem .
(CORO) REDE CULTURA NA RUA NA RUA GERAÇÃO DE ATITUDE
O DESAFIO NA REDE É TRABALHAR COM A JUVENTUDE
A CAPOEIRA NA VILA, O TETRO NA PRAÇA
TO LOGADO NA RUA
UM DESAFIO NA INTERNET
O MOVIMENTO DA DANÇA
A EXPRESSÃO DA PINTURA
VOU CONTAR UMA HISTÓRIA DENTRO DA LITERATURA.
(CORO) REDE CULTURA NA RUA NA RUA GERAÇÃO DE ATITUDE
O DESAFIO NA REDE É TRABALHAR COM A JUVENTUDE
REDE CULTURA TAMBÉM É INFORMAÇÃO
É O NOME DA REVISTA DE UMA NOVA GERAÇÃO
A LINGUAGEM DA RUA ESCREVI NA REDAÇÃO
EVITE DROGAS MEU AMIGO
A HISTÓRIA É SEMPRE NÃO
(CORO) REDE CULTURA NA RUA NA RUA GERAÇÃO DE ATITUDE
O DESAFIO NA REDE É TRABALHAR COM A JUVENTUDE
REDE CULTURA NA RUA A SEMENTE DA UNIÃO
UM FRUTO DA ASSOBECATY INVESTINDO NO FUTURO
APOSTANDO NO CIDADÃO
(CORO) REDE CULTURA NA RUA NA RUA GERAÇÃO DE ATITUDE
O DESAFIO NA REDE É TRABALHAR COM A JUVENTUDE